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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

BRINCADEIRA DO COPO

Vou explicar melhor, dando um exemplo. Digamos que nós (eu, você que está lendo esse texto e 2 de seus amigos) fazemos a brincadeira do copo. Daí vem uma entidade e diz. "Assim que vocês atravessarem a rua, um veículo vai passar por cima de vocês." Eu que não tenho medo atravesso a rua sem problemas, mas antes uso o procedimento normal, olho p/ um lado e p/ o outro, não vejo carro e passo na maior. Mas aquela pessoa que o medo domina, vai ficar tão pertubado de um jeito, que ao atravessar a rua pode se distrair e passar na hora errada. É quase como uma phobia. O cara tem medo de lugares apertados e se sente tão mal que desmaia. Mas p/ qualquer pessoa que não tem esse tipo de problema sabe que não vai acontecer nada
Arquivos como esse vocês só encontram aqui no http://sobrenaturalcrasy.blogspot.com/
Muitos dos pais conhecem essa brincadeira. Alguns evitam falar, outros dizem ter feito, e tem aqueles que dizem ser uma brincadeira perigosa. Agora, VOCÊ JÁ TENTOU?
Infelizmente muitas pessoas se fecham, evitando o desconhecido. Criticam, dizem que é perigoso, mas nunca tiveram uma experiência real p/ tirar suas próprias conclusões.
Gostaria de tentar?
Clique na figura abaixo e faça o download do arquivo.
Imprima, recorte e coloque em uma mesa do jeito que mostra a figura.
Abaixo segue um passo a passo de como começar.

O que precisa fazer?
- Os participantes- Limite entre 3 e 4 participantes. 4 considero o ideal, mas dá p/ fazer c/ 3. Com 2 o resultado é muito fraco.
- Tem que ser num tipo de mesa o mais liso possível. Até um daqueles quadros brancos, tipo de colégio, p/ escrever c/ pincel serve. Aqueles quadros são bem lisos. Agora, uma mesa bem redonda, daquelas de escritório são ótimas.
- O alfabeto- Recorte papeis e em cada um coloque uma letra do alfabeto e os numerais de 0 a 9. Tem que formar um circulo, na mesa, c/ o alfabeto na ordem e após a letra Z você coloca os numerais do Zero ao 9, que fica vizinho da letra A.
- Depois de fazer o círculo. Coloque, em um papel
recortado, a frase NÃO POSSO RESPONDER e também as palavras SIM e NÃO. Cada um em um papel ficando separados dentro do círculo. Veja a figura acima.
- O copo- Muitas pessoas utilizam copos de vidro e algumas delas garantem ter visto copos quebrarem. O que pouca gente sabe é que também funciona c/ copo descartável. Daqueles simples, de beber água. Além do copo ser leve, não tem perigo de quebrar.

Regras antigas dizem que tem que ser em uma ambiente escuro, c/ velas e só começa depois de reza. Não precisa nada disso, pode ser de dia, em um lugar bem iluminado e não precisa reza.
Antes de começar, como não se pode afirmar que forças são essas que fazem o copo se mexer, vamos entender que estamos conversando apenas c/ o copo. Acredito que ninguém pode afirmar serem espíritos, poder da mente, força extra-terrena, etc. Tudo leva a crer que são espíritos, mas sabe lá.
Hora de começar.
Os participantes tem que levar a sério a, vamos dizer assim, brincadeira do copo. E precisam seguir algumas regras.
1º- Nada de tentar mexer o copo voluntariamente. As pessoas que concordarem em participar tem que evitar esse tipo de brincadeira. Isso tira a concentração. Também nada de ficarem rindo a toa.
2º- Nada de colocar pessoas p/ ficarem olhando. Sempre vão fazer brincadeiras. Que fiquem só os participantes. A não ser que seja uma pessoa que vai ficar c/ a parte de escrever em um papel as respostas dadas. Às vezes o copo fica tão rápido, de um lado p/ outro, que os participantes não entendem o que o copo diz.
3º- Cada um coloca um dedo indicador e apenas encostam no copo. Nada de fazer pressão. Apenas encostam os dedos.
4º- Após todos fazerem silêncio. Um dos participantes começa dizendo a seguinte frase. "Tem alguém aí?". Após 5 ou 10 segundos outro diz. "Tem alguém aí?", daí os participantes ficam revezando. Não precisa seguir uma ordem. Basta um dizer, depois o outro e vão dizendo. O importante é a participação de todos.
Bom, após iniciarem c/ as primeiras palavras do "TEM ALGUÉM AÍ?", e o copo não se mexer, outras palavras podem ser ditas, tipo:
"Tem alguém aí? Responde."
"Tem alguém aí? Vá p/ o SIM.
"Tem alguém aí? Sim ou não?"
"Se não aparecer ninguém nós vamos parar"
Não é obrigado seguirem essa ordem. Cada um tente demonstrar uma insatisfação e dizer as frases acima. Podem acrescentar essas também.
"Alguém aqui está atrapalhando? Sim ou não?"
"Se alguém estiver atrapalhando, leve o copo até ele."
Para quem conhece a brincadeira sabe que tem retorno e pode levar de 5 a 15 minutos. Mas pode acontecer do copo responder na 3ª vez que se pergunta "TEM ALGUÉM AÍ?". Tente que vai ver o resultado.
Após o copo começar a mexer, o primeiro local que ele vai é p/ palavra SIM. Depois que ele chegar lá, você diz "VOLTE AO CENTRO" Depois disso, p/ cada palavra ou frase que ele disser, ele sempre volta ao centro.
Como no início o copo vai meio fraco, quando ele começar a mexer e começar a soletrar as primeira letras e tiver indo muito fraco, você diz... "Mais rápido"... "vai mais rápido". Sempre funciona e ele fica mais rápido um pouco.
Daí vem as perguntas:
- Qual o seu nome?
- Conhece alguém que está na mesa
- Com que idade faleceu.
- Quer deixar algum recado?
- Quer mandar uma mensagem p/ alguém.
O resto é com vocês. Vão elaborando as perguntas à partir de uma resposta interessante.
Bom, pode ser que apareça alguém que invente uma história bem legal, sobre estorias antigas. Mas também pode aparecer aquele que não soletra nada. Tipo, vai nas letras EFSTRJDUNXSIO. Toda vez que ele começar a fazer isso, você corta dizendo, "VÁ AO CENTRO", "Se não quiser responder nada nós vamos parar", "Quer que a gente pare?".
PERGUNTAS E RESPOSTAS
(Procurei responder do meu ponto de vista, não que eu seja o dono da verdade)


Quando é que a brincadeira para?
Quando o copo responde que não quer mais ou vocês desmancham a mesa e tiram o copo.
Se ele disser que é parente de um de nós, Jesus, Demônio, ET ou coisa parecida?
NUNCA Acreditem no que eles falam nos primeiros contatos. Sempre elaborem perguntas e façam dizer alguma coisa que realmente possa ser provado depois. Mesmo se disser que é um parente e revele alguma coisa que só você ou alguém da mesa sabe.
Eles tem como ler nossa mente?
Creio que sim, uma vez fizemos, eu e mais 3 amigos, a brincadeira e combinamos de cada um pensar em um número de 1 a 100. O copo sempre ia nos números que estavamos pensando.
Quem pode explicar o que faz o copo mexer?
Uma vez o Padre Quevedo fez essa brincadeira c/ um grupo de garotos na televisão. O copo se mexeu e formou várias palavras. O padre explicou que o copo se mexia porque todos na mesa estavam naquela ânsia de ver o copo se mexer. E por conta disso, gerou um tipo de poder da mente que fez o copo realmente se mexer. Mas o padre está enganado, na minha primeira experiência começamos à meia-noite e só paramos cerca de 4:30 a 5:00hs da manhã. Quem movia o copo nos contou várias estórias. Daí acreditar que todos nós, em conjunto, inventamos aquelas estórias todas durante mais de 4horas, isso não tem lógica. Ou então, temos muitos poderes eim. Infelizmente não tenho uma explicação de o porque do copo se mexer. Como disse, estamos brincando c/ o desconhecido. Mas interessante.
Porque muitas pessoas dizem que o espirito pode baixa em um dos participantes, ou o copo quebra e às vezes aparece um espirito ruim que ameaça matar todo mundo?
Infelizmente as pessoas são dominadas pelo medo e facilitam um acidente ou até uma quebra do copo involuntáriamente.
Muitos das forças que movem o copo utilizam de mentiras e ameaças p/ intimidar os participantes. O importante é não deixar o medo dominar. Só o medo criado por nós mesmos pode, realmente, fazer algo de ruim acontecer. Lembra do filme "O silencio dos inocentes"? O Dr. Hanibal faz um dos presos que fica ao lado da cela dele se matar só c/ o uso de algumas frases. É mais ou menos assim que essas forças tentam fazer.
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Anneliese Michel: Um Caso de Possessão Demoníaca

Este é o caso que originou o filme O Exorcismo de Emily Rose



Os padres Ernest Alt e Arnold Renz  tinham uma dolorosa e necessária missão a cumprir.  Talvez a simples fé no Cristo não fosse suficiente para levar a cabo a empreitada.  Os padres sabiam muito bem que teriam de ser fortes. E extremamente corajosos. Doravante, era o inimigo do Altíssimo  que teriam de enfrentar e combater.
Anneliese Michel  tinha visões assustadoras de faces demoníacas enquanto, ajoelhada, dedicava uma prece ao Senhor.  Vozes invadiam os seus ouvidos com promessas terríveis: a jovem, distante de qualquer possibilidade de Salvação em Crsisto,  queimaria eternamente no Inferno.  Crises de depressões sucediam-se, já que Anneliese, embora profundamente católica, via crescer em si uma insuportável intolerância a locais e objetos sagrados.
O que era uma simples conjectura tornou-se, para os pais daquela jovem de apenas vinte e três anos, uma convicção inabalável: a filha estava possuída por forças sobrenaturais malignas.

Foto de Anneliese Michel antes da possessão
Anneliese nascera em 1952, na Baviera, recanto alemão de arraigada tradição católica. Por volta dos dezesseis  anos,   desencadeou-se  em Anneliese uma torrente de sintomas  que, ao menos na aparência,  sugeriam problemas mentais.  A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico:  Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia.  Inciou-se um tratamento intensivo, que durou um ano.  Supostamente  recuperada, Anneliese  completou o segundo grau. Posteriormente, ingressou na  Universidade de Würzburg,  iniciando o curso  de Pedagogia.
Mas os estudos foram interrompidos.  As vozes e visões demoníacas se tornaram cada vez mais constantes e opressoras.  Anneliese assumira  um comportamento agressivo. Consta que a moça  “insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência” (1).

Anneliese, subjulgada pelas forças malígnas
Frustrado o tratamento psiquiátrico, os pais de Anneliese buscaram o auxílio da Igreja. O padre Ernest Alt acompanhou o caso.  Em 1974, ele chegou à conclusão de que havia indícios veementes de possessão demoníaca,  o que requereria  a realização de exorcismo.  Mas somente em setembro do ano seguinte o bispo de Wüzburg autorizou o ritual, conforme os procedimentos previstos no Rituale Romano.
Ao longo de 67 seções,  que se prolongaram por longos nove meses, realizadas uma ou duas vezes por semana, os padres Ernest e Arnold pelejaram contra entidades que assumiam a identidade de Lúcifer,  Caim, Judas, Nero, Adolf Hitler e Fleischmann, um bruxo do século XVI. Durante as sessões, Anneliese, muitas vezes,   “tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada” (2).  Argumenta-se que ela “lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão” (3).
Anneliese teria relatado   um sonho místico no qual  dialogara com a Virgem Maria.  A mãe de Jesus teria proposto, à jovem,  a seguinte escolha: liberar-se, em proveito próprio,  do terrível jugo demoníaco,  ou continuar imersa no dolososo martírio, mas em nome da fé cristã.  A segunda alternativa seduziu a jovem estudante: ela seria um público exemplo de que os demônios existem e  de que exercem os seus nefandos poderes  no plano terrestre.  Argumenta-se que  “Anneliese optou pelo martírio voluntário, alegando que seu exemplo enquanto possessa serviria de aviso a toda a humanidade de que o demônio existe e que nos ronda a todos, e que trabalhar pela própria salvação deve ser uma meta sempre presente. Ela afirmava que muitas pessoas diziam que Deus está morto, que haviam perdido a fé, então ela, com seu exemplo, lhes mostraria que o demônio age, e independe da fé das pessoas para isso. (4)”
Anneliese predissera quando se daria a sua libertação: 1 de julho de 1976.  Consta que, à meia-noite, os demônios finamente abandonaram o corpo da estudante, deixando-a em paz e livre das convulsões impingidas durante tantos anos. Exausta, Anneliese adormeceu.  E teve, em seqüência,  uma morte tranqüila. Era o fim de um insuportável suplício.  “A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos. (5)”
Segundo Elbson do Carmo, após a morte  de Anneliese,  “seus pais foram indiciados por homicídio culposo e omissão de socorro, e os dois padres exorcistas Ernst Alt e Arnold Renz sofreram as mesmas acusações. Os dois padres foram condenados a seis meses de prisão.” (6)  Registra o mesmo autor que esse fato “chocou a opinião pública alemã, gerando uma enorme polêmica em toda a Europa, que incluiu a Igreja, os meios acadêmicos e a justiça em torno da mesma discussão” (7).  A história de Anneliese deu origem a dois filmes, “Requien” –   produção alemã – e “O Exorcismo de Emily Rose”  – produção norte-americana dirigida por Scott Derrickson.
Anneliese Michel  é, certamente, um dos mais bem documentados casos de distúrbios de comportamento  ao qual se atribui  a ação opressora  e letal  de forças malignas incidente sobre a frágil psique  humana.  E, a considerar o  incontestável rigor que antecede a qualquer autorização da  Igreja Católica para a prática do  Rituale Romano, não se pode pôr em dúvida a materialidade do excêntrico e destrutivo  calvário, ou as implicações  místicas que acompanharam o longo sofrimento da estudante de  Wüzburg. Mas se,  de fato, possessão houve, isto compõe uma insondável silhueta  que, por se situar  no campo metafísico,  escapa a qualquer possibilidade de juízo conclusivo.

Que bicho é esse??

Peixes mais estranhos do mundo Fish bizarre

TUBARÃO PRÉ-HISTÓRICO NAS ÁGUAS DO JAPÃO

Peixe pré-histórico descoberto no mar do Brasil - Mystery Hunter.

MYSTERY: ET of Panama: extreterrestre deceased for children / ET morto a pedradas por crianças


Isso e caso de exorcismo!!


esse video não e fantasma e possessão demoniaca.
confirmado por estudos.

Fantasma em programa de tv Brasileiro o Famoso Panico Na TV

video real de fantasmas


casos reais de fantasmas


A professora Volquimar Carvalho dos Santos, 21 anos, trabalhava no setor de processamento de dados de um banco que funcionava no 23º andar do Edifico Joelma. Ela era funcionária da empresa havia um ano e meio. O irmão dela, Álvaro, trabalhava no 10º andar do mesmo prédio. A família de Volquimar é espírita. Ao ser dado o aviso de incêndio, Volquimar e outras quatro companheiras tentaram fugir pela escada, mas quase foram atropeladas pelos funcionários desesperados que tentavam se salvar.
Elas correram para a cobertura do prédio, mas acabaram morrendo por asfixia. Álvaro, irmão de Volquimar, sobreviveu ao incêndio. Álvaro localizou o corpo da irmã no IML horas depois do incêndio ter terminado. Meses depois, Volquimar enviou uma mensagem psicografada para a mãe através do médium Chico Xavier. Na mensagem ela contava como tinha sido os seus últimos minutos de vida.
Em 1979, a história de Volquimar se transformou no filme “Joelma, 23º andar”. O roteiro é baseado nas cartas psicografadas por Chico Xavier que estão no livro “Somos Seis”.
Fatos estranhos ocorreram durante as filmagens, como ruidos estranhos no local onde não havia ninguém, refletores que eram "derrubados" embora estivessem bem fixados, sendo um dos fatos mais incríveis, foi a imagem de uma "pessoa" que não estava nas filmagens ao lado dos personagens em uma das cenas, indicando nitidamente ser um dos possíveis "Fantasmas do Edifício Joelma".

Nesta cena, pode-se notar nitidamente à direita, a imagem de uma mulher de forma "transparente".
Quando visualizada esta imagem pelas pessoas que participaram das filmagens, todos ficaram espantados, pois não havia ninguém além dos atores no local da fotografia.

Sexta-Feira, dia 1º de fevereiro de 1974
Há quase trinta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.
Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar.
Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.
O saldo da tragédia foi de 179 mortos e 300 feridos.
Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizados em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.
O local atrai centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas. Ao lado da sepultura, existe hoje uma capela.
"Contam alguns visitantes que em certos momentos ouvem sons de pessoas chorando, e quando vão verificar de onde vem, descobrem que o som está sainda da tumba dos 13 corpos vítimas do incêndio, sendo que o som dos choros só para quando colocam água sobre a sepultura".
Esse é mais um dos mistérios que rondam o incidente do Edifício Joelma.
Passados muitos anos da tragédia, o antigo Edifício Joelma foi reformado, sendo batizado com o nome de Edifício Praça a Bandeira, disponibilizando para aluguel várias salas para escritórios e empresas. No entanto pessoas que frequentam o local relatam fatos estranhos e sombrios no interior do edifício, como os descritos a seguir:
"Em um escritório da Advocacia, alugado pouco tempo após a re-inauguração, uma assistente ficou até mais tarde para organizar os documentos deixados no final do expediente. Como já era tarde da noite, e devido a existência de muitas salas ainda vazias e sem utilização, o prédio mantinha um silêncio sombrio e assustador. Isso em conjunto com as lembranças do incêndio que ocorreu no passado, produzia um ambiente ainda mais assustador. Em certo momento a assistente ouviu um barulho na ante-sala do escritório, como se a porta tivesse sido aberta. Quando ela foi olhar, a porta estava normal, fechada como havia estado antes. Então ela imaginou que fosse uma outra porta em outra sala do mesmo andar que havia gerado aquele ruído. Instantes depois ela ouviu o baruho novamente, e quando se voltou, viu um vulto de uma mulher passando pela ante-sala. Ela se assustou chegando a dar uma grito. Foi observar novamente e não havia ninguém no local, apenas ela. Rapidametne ela pegou suas coisas, e saiu do escritório. Quando foi trancar a porta, novamente ela viu o vulto de uma mulher no fundo do corredor, desaparecendo em seguida. A assistente rapidamente deixou o edifício e tempos depois se demitiu, pois havia a necessidade de ficar em alguns dias até mais tarde e ela não concordou com a solicitação, temendo ver aquele vulto novamente ou algo ainda pior ".
Este outro fato foi relatado por um motorista que fazia entregas no Edifício:
"Havia chegado com minha perua Kombi no sub-solo do Edifício "Praça da Bandeira", para entrega de algumas encomendas, isso aproximaamente às 20:00' horas.
Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado. Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora.
Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua. Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida. Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício.
Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local".
Segundo depoimentos de testemunhas, muitos outros fatos sobrenaturais ocorreram e ainda ocorrem no Edifício "Praça das Bandeiras" (antigo Joelma), assustando até as pessoas mais desavisadas.
O navio holandês Palatine zarpou de Amsterdã em 1752, levando cerca de 300 imigrantes para a América. Após uma viagem terrivel, atormentado por tempestades, a embarcação teve um fim calamitoso por volta do natal, ao largo da ilha Block, na entrada do estreito de Long Island.
Segundo um relato, saqueadores de naufragios usaram um sinal de luz para atrai-lo para as rochas, saquearam o navio depois atearam-lhe fogo. Os passageiros foram desembarcados, mas quando as chamas estavam consumindo o Palatine, um grito silenciou os saqueadores. Entre as chamas e a fumaça, viram uma mulher solitária e atormentada arrastando-se pelo convés incendiado.
Na época do Natal, um ano depois e nos anos seguintes, os moradores da ilha Block continuaram a assistir a volta do Palatine em chamas. Em 1869, um velho chamado Benjamin Corydon, que crescera no continente em frente a ilha, admitiu ter visto por oito ou nove ocasiões a nave espectral, com todas as velas içadas e em chamas, e que suas visitas haviam cessado quando morreu o último dos saqueadores que o tinham atraido para destruição. Mas talvez ele tenha falado cedo demais, em 1969 foi mais uma vez relatada a aparição do navio fantasmal em chamas.