Sobrenatural
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
"Seriam as criaturas mostradas em filmes de terror apenas uma invenção, ou no mundo real elas poderiam existir? O relato a seguir mostra o avistamento desse tipo de criatura! ================================================================================ "Eu morei em uma velha casa de fazenda que tinha aproximadamente uns 150 anos, no interior de São Paulo, na cidade de Assis [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 22°39'33.56"S, 50°24'42.51"W]. Desde o começo eu sabia que tinha algo de estranho na casa. Eu falei para os meus pais que eu ouvia alguma coisa se movendo pelo meu quarto enquanto eu tentava dormir, mas eles riram e falaram que era a minha imaginação. Mas provavelmente a minha imaginação devia ser contagiosa. Nós já estávamos morando naquela casa a mais ou menos 1 ano, quando a minha irmã mais velha começou a ter problemas. Alguma coisa arrancava o lençol e o cobertor dela e jogava no corredor. Ela achava que era a minha irmã do meio, já que ela era bem pentelha. Mas sempre que isso acontecia, a minha irmã do meio estava dormindo feito uma pedra no quarto dela. Nada muito sério chegou a acontecer, até o meu aniversário de 16 anos. As minhas amigas já tinham ido embora, a minha mãe e as minhas irmãs tinham ido levar uma vizinha que estava passando mal para o hospital, e o meu pai tinha se mudado de casa (ele e a minha mãe se separaram). Então eu estava sozinha em casa, mas não estava nem um pouco preocupada com isso, já que não era a primeira vez. Mas eu mal sabia que essa noite ia ser diferente. Eu tinha acabado de arrumar a bagunça da festa, e estava descansando um pouco na sala vendo TV, quando o som do chuveiro ligado me chamou a atenção. Eu subi e fui para o banheiro ver quem era, mas o chuveiro estava desligado. Mas eu ainda podia ouvir o som de água correndo meio longe, mas não dava para identificar de onde estava vindo. Eu achei que era melhor ignorar tudo, mas o que aconteceu depois gelou todo o meu sangue. Eu estava assistindo televisão na sala quando eu ouvi alguém (ou melhor, alguma coisa) atravessar a sala de jantar (que é do lado da sala da TV) e subir a escada. Isso me deixou espantada, já que eu poderia ver se alguém estivesse subindo a escada, já que o sofá da sala de tv é do lado da porta, e dele da para ver a escada. Eu me levantei e segui os passos, até que eles chegaram na porta do quarto da minha irmã mais velha. Eu parei e olhei em choque enquanto a porta do quarto dela (que é feita de madeira sólida e MUITO pesada) abrir completamente e alguma coisa que a única descrição que eu posso dar é que era uma sombra, entrou no quarto dela. Eu corri para o andar de baixo, e vi algo pequeno e preto, e com uma aparência bem grotesca, correndo pelo corredor, em direção à sala que era o escritório do meu pai. Como é típico de mim, em vez de sair correndo para fora da casa, eu fui atrás daquela coisinha preta. Parecia o resultado do cruzamento de um cachorro e um rato, e eu juro que assim que eu entrei no escritório, ele sorriu para mim, com um tom meio ameaçador, e então desapareceu no ar, como se tivesse dissolvido. A essa hora eu já estava pensando em deixar a casa. E então eu vi uma coisa que era terror puro. Era maior e mais escuro que o bichinho que eu tinha seguido, e estava agachado no canto do escritório. Não dava para perceber traço nenhum naquilo, era só uma grande massa negra, mas eu sabia que estava olhando para mim e dava para sentir toda a maldade que emanava daquilo. Eu paralisei, e não consegui mexer um só músculo, quando aquela coisa começou a levantar e a se esticar, se transformando em uma sombra de algo que parecia ser uma pessoa. A única coisa que eu consegui fazer foi gritar. E eu gritei. Um grito tão alto e cheio de terror que expressava exatamente o que eu estava sentindo: terror puro e muito medo. Depois do grito eu consegui me mexer de novo e consegui sair correndo da casa, e fiquei lá fora até a minha mãe e as minhas irmãs chegarem. A minha família se mudou daquela casa algum tempo depois, depois que "alguma coisa" atacou a minha mãe enquanto ela dormia. Eu cheguei a ouvir uma conversa dela com uma amiga dela que morava ali por perto, e descobri algumas coisas interessantes. Ela falou para a minha mãe que a casa pertenceu a um homem e a família dele a um bom tempo atrás, lá pela década de 1920. Esse homem descobriu que a mulher tinha traído ele com um homem que trabalhava na fazenda dele (quando a nossa casa ainda era uma fazenda) e matou brutalmente ela e os quatro filhos, e depois se matou também. Depois que nos mudamos, a última notícia que tive é de que a casa ainda estava vazia. Ninguém queria morar lá. E por um bom motivo."
domingo, 13 de novembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Terror No Internato
Eu e meu amigo tinhamos feito o jogo do copo no nosso quarto que no inicio não pegava com o que não estavamos acreditando então tentamos fazer mais uma vez.
Então o copo se mexeu e eu e meu amigo se cagamos começamos a perguntar quem era e deu Ba’al (que é um demônio), Nós tinhamos visto O Ritual na semana retrazada que falava sobre o Ba’al com isso o nosso quarto nunca mais foi o mesmo…Coisas estranhas começaram a acontecer e pessoas do internato começaram a encarnar o Ba’al e eles fizeram mal para nós…Nós nunca mais conseguimos dormir com as luzes apagadas, pois sempre objetos caíam e na escuridão vultos apareciam.
4 pessoas até hoje já dezapareceram do internato depois de estarem possuidas pelo Ba’al……………………………………
(Foi Escrito Por Um Membro De Um Site Aliado)
Então o copo se mexeu e eu e meu amigo se cagamos começamos a perguntar quem era e deu Ba’al (que é um demônio), Nós tinhamos visto O Ritual na semana retrazada que falava sobre o Ba’al com isso o nosso quarto nunca mais foi o mesmo…Coisas estranhas começaram a acontecer e pessoas do internato começaram a encarnar o Ba’al e eles fizeram mal para nós…Nós nunca mais conseguimos dormir com as luzes apagadas, pois sempre objetos caíam e na escuridão vultos apareciam.
4 pessoas até hoje já dezapareceram do internato depois de estarem possuidas pelo Ba’al……………………………………
(Foi Escrito Por Um Membro De Um Site Aliado)
a maldicao da flor da morte
Reza a lenda que no ano de 1925 aviaram uma bela jovem chamada Raquele. Ela foi criada pelo pai que era um rico fazendeiro, um dia passou em sua porta uma garotinha, pálida, vestida em um vestido preto comprido, a garotinha deu a Raquele uma flor morta, Raquele não entendeu mas guardou a flor, no dia seguinte seu pai achou Raquele morta com os pulsos cortados, na noite seguinte seu pai ainda tonto pela morte da filha achou a flor e guardo, passou-se 2 dias e ninguém tinha noticias do fazendeiro, foram até a fazenda e acharam o fazendeiro morto, enforcado, no chão a flor,uma velha senhora que morava aos aredores pegou a flor e perguntou aos empregados quem a havia dado,os empregados falaram que foi uma garotinha que deu para Raquele no dia em que ela morreu, a velha então falou que a meninha era um demônio.
A partir desse dia, a fazenda foi fechada por que disseram que estava amaldiçoada…
Não acenda a luz - Lenda Urbana
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Baseado em uma lenda urbana americana.Joyce e Sandra estudavam no quarto situado no campus da universidade aonde vinham morando por dois anos. A prova que encerraria o semestre seria no dia seguinte. Joyce era a mais estudiosa das duas sempre tirava notas boas e dedicava-se aos estudos a maior parte do seu tempo. Já Sandra era meio louca, era conhecida no campus por suas extravagâncias com a bebida e as drogas. Mesmo assim ela era inteligente e mantinha-se no curso com notas boas.
“Vamos à festa hoje Joyce?” – perguntou Sandra.
“Não, vou estudar até tarde e depois vou logo para a cama. Amanhã eu quero tirar dez na prova, por que se eu conseguir, talvez ganhe bolsa escolar integral.”
“Você e a sua mania de estudar de mais, sai do quarto, aproveita um pouco sua juventude por que você se der conta vai ser tarde de mais. Por exemplo, por dois semestres eu não te vejo com um garoto, nem um encontro se quer e...”
“Eu prefiro me dedicar aos estudos, namoro depois.” – respondeu Joyce interrompendo a amiga.
As duas continuaram os estudos até que a hora da festa chegou. Sandra se arrumou e se despediu de Joyce.
“Tem certeza que não quer ir?”
“Tenho, já pedi uma pizza vou estudar um pouco mais, comer e ir dormir para estar bem preparada para a prova. Te desejo sorte amanhã no teste se eu não te ver até lá.”
Quando ela terminou de falar, alguém bateu na porta.
“Deve ser minha pizza, pede para o entregador entrar.” – disse Joyce olhando a amiga saindo e o entregador entrar.
Sandra foi para festa e como sempre se esbaldou. Decidiu ir dormir no quarto do namorado insistente, mas disse que teria que ir até seu quarto buscar alguns livros e algo para vestir no dia seguinte. Os dois foram andando pelos corredores escuros do alojamento até chegarem ao quarto.
“Odeio essa escuridão dos corredores, eu penso se algum dia eles vão trocar as lâmpadas queimadas. Fica aqui de fora e eu vou ser bem silenciosa porque eu não quero acordar a Joyce.” – disse Sandra ao namorado.<
Ela entrou, foi até o banheiro e pegou sua escova de dente e desodorante. Voltou ao quarto e pode achar suas roupas e alguns livros que precisava, porém não encontrava o livro mais importante e seria quase impossível encontrá-lo com o quarto tão escuro, iluminado somente pela luz da lua que passava pelas frestas da veneziana. Sandra pensou e pensou, mas não se lembrava onde tinha colocado o livro, voltou até a porta do quarto e foi levando sua mão até o disjuntor da luz. Por um impulso momentâneo sua mão parou.
“Deixa o livro pra lá, provavelmente nem vou ter tempo de estudar antes do teste.” – disse sussurrando enquanto saia do quarto na ponta dos pés.
No dia seguinte Sandra olhava nervosa para o relógio, Joyce não estava lá e o teste iria começar em alguns minutos. Ela estava preocupada, pois sabia que o teste era muito importante para a amiga e ela era muito responsável para perdê-lo. “O que teria acontecido com ela?” perguntava-se nervosa.
Joyce nunca pareceu e Sandra mal pode fazer seu teste por estar preocupada com ela. Entregou seu teste correndo ao professor e foi até seu quarto. Quando abriu a porta não pode acreditar, Joyce ainda dormia. Ela entrou no quarto rápido e deixou a porta bater atrás de si.
“Joyce você esta louca? Você perdeu o semestre todo.” – Gritou Sandra cutucando a amiga que dormia de bruços. “Joyce?”
Cutucou a amiga duas vezes, porém não obteve resposta e decidiu vira-la de barriga para cima. O terror tomou conta dela e seu grito ecoou por todo prédio do alojamento. Joyce tinha um buraco fundo na barriga e suas tripas estavam para fora.
Sandra virou-se para a porta para ir pedir ajuda. Seu grito de terror novamente ecoou pelo campus. Na porta de seu quarto estava escrito com o sangue de Joyce: “Feliz por que você não acendeu a luz?”
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